Setembro 06, 2009

AQUELE QUE GUARDA MEUS MANDAMENTOS, ME AMA!


AQUELE QUE GUARDA MEUS MANDAMENTOS, ME AMA!

Hoje estava ouvindo essa música em casa, junto com um monte de outras pérolas que tenho em um CD. Tem Grupo Pescador, Grupo Semente, Banda Azul, Banda Fé, Grupo Trôade, Carlinhos Félix...

Quando quero ouvir músicas que me falem escrachadamente sobre o evangelho, são geralmente essas coisas que ouço.

E como me faz bem!

Aí, como dizia, chegou a vez dessa música do grupo semente:

"Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é o que me ama. Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda. Esse é o que me ama. E aquele que me ama será amado por meu Pai. E eu também o amarei e me manifestarei a ele..."

Me comovi muito, e lembrei de quantas vezes na infância e adolescência ouvi essa música e sentia um misto de sentimento de amor e terror. Sublimidade e culpa.

Imaginava um Jesus que era amor perfeito, ao mesmo tempo em que era "birrento". Isto porque se essa frase sai da boca de um pai pro seu filho, ou de um marido pra sua mulher, geralmente é essa impressão que nos sobre ao coração.

“Quem guarda os meus mandamentos, esse é o que me ama".

E aí, como minha mente era impregnada de versos bíblicos, outros versículos eram magneticamente atraídos, como por exemplo: "Porque me chamais de Senhor, se não fazeis o que eu vos mando?”



Na verdade, a gente julga muito a Jesus pelos nossos padrões. É certo que Ele era homem, mas não um homem caído. Ele era O Homem! Era o Amor em carne, com todas as implicações de doação e disciplina próprias de alguém que ama perfeitamente, como Paulo descreve em Coríntios 13. Por isso, ele jamais procura os seus próprios interesses (de ser amado e obedecido) e jamais se alegra com a injustiça do pecado!

Tragicamente, toda vez que um ser caído resolve arrogar-se à condição de "cumpridor do amor perfeito", o resultado é muita extorsão, ameaça, terrorismo, birras e maldições.

Mas com Jesus não é assim. Ele não é a "Palavra tentando ser sabida, lembrada e cumprida". Ele é a palavra encarnada. Por isso, é mais desejável do que o ouro depurado.
É mais doce que o mel e o destilar dos favos!

Nós, seres caídos, não somos encarnação da Palavra. No máximo, somos vasos de barro que são chamados a guardar um tesouro sobreexcelente dentro de si. O perfeito e sublime convivendo com o frágil e temporal.


Essa realidade não deve nos colocar em dois caminhos:

1 – O caminho da desistência do que é perfeito. Devemos avançar pro alvo, certos de que o Deus que começou a boa obra em nós é fiel pra completá-la até “Aquele dia”. O dia de Cristo Jesus.

2 – O caminho da farsa e da hipocrisia. Vestindo uma mascar e apresentando um “show” aos homens que não tem coerência com aquilo que acontece dentro de nós.

Nós somos chamados simplesmente a andar por fé e guardar a Palavra de Cristo. Tanto no momento que ela nos cura, quanto no momento que ela nos fere. Tanto no momento que ele nos levanta, quanto no momento que ela nos derruba.

Mas nossa vocação é caminhar. E conhecer a Deus em cada circunstância que coopera para nosso bem, e para a tapeçaria da obra de Deus em nós.

Ninguém se acovarde diante do mandamento. Tanto quanto ninguém dissimule!

Ninguém diga : Eu concluí que não amo a Deus de verdade e não mereço nada que venha dEle! Por isso, vou viver conforme eu quiser até minha condenação final!

Mas também ninguém diga: Meu amor por ti jamais será abalado, eu te garanto! E os homens verão isto!
“Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, este é o que me ama”
Esta declaração não deve gerar extremos doentios humanos em nós. Deve sim, nos colocar no caminho de conhecer o amor de Deus, em Cristo, em toda profundidade, largura, comprimento e extremidade!

Sim! Porque só ama a Jesus de verdade, quem aceita o desafio de guardar seus mandamentos!

Antes de colocar o pé na estrada da vocação e experienciar a aventura de dar razão a Jesus e guardar seus mandamentos, o que existe é apenas a covardia culposa e atormentada ou então o farisaísmo jactancioso e soberbo.

Os mandamentos de Jesus não geram esse tipo de coisas.

Como diz o Salmo, “A lei do SENHOR é perfeita e restaura a alma; o testemunho do SENHOR é fiel e dá sabedoria aos símplices. Os preceitos do SENHOR são retos e alegram o coração; o mandamento do SENHOR é puro e ilumina os olhos. O temor do SENHOR é límpido e permanece para sempre; os juízos do SENHOR são verdadeiros e todos igualmente, justos. São mais desejáveis do que ouro, mais do que muito ouro depurado; e são mais doces do que o mel e o destilar dos favos. Além disso, por eles se admoesta o teu servo; em guardá-los, há grande recompensa”.

Sim! E a maior recompensa é descobrir o quanto Jesus é amável! RS!
Só quem experimenta em si o benefício de guardar um mandamento de Jesus (mas tem que ser verdadeiramente um mandamento dEle) sabe o quanto Ele é Amável ! (digno de ser amado)

Guardar o mandamento de Jesus é experimentar em nós a natureza divina como herança. É olhar nos olhos de Deus e chamá-lo de Pai, por discernir seu Espírito em nós!

Guardar o mandamento de Jesus nos tira escamas dos olhos pra entender toda Escritura, não por exegese ou técnica humana qualquer. Mas por compreender o Espírito que inspira, conspira, trabalha, geme, motiva e dá Vida à “Palavra de Deus”.

Quem vive isso, canta em uníssono com o salmista, e dá razão a Jesus:

“Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é o que me amará de verdade!”

Digno é o Senhor, de ser amado de todo coração, de toda mente, de toda alma e de todo entendimento!

Digno é o Senhor de ser chamado de Mestre. Ele é o Bom Pastor, que dá a vida pelas ovelhas. E cada ovelha sua, ao RECONHECER A SUA VOZ, o segue. E ele vai à frente, guiando-as até aos pastos verdejantes.

Só reconhece a voz do Pastor, quem experimenta guardar seus mandamentos.

Penso que aquilo que se pode chamar de "manifestação do amor de Jesus" (será amado por meu pai, e eu também o amarei e me manifestarei a ele) pra muita gente se processa enganosamente por duas vias básicas:

1 - Alguma aparição sobrenatural ou poder de Graça manifesto, trazendo curas, luzes celestiais e etc.
2 - Estudo dirigido exegético da Bíblia

Porém, conforme Jesus, ninguém prova sua "manifestação", tanto quanto o Amor do Pai e o Amor dEle, se não for ousado o suficiente para dar razão a Ele e guardar seus mandamentos.

É somente nessa experiência que Jesus se manifesta a nós de forma plena.

Antes disso, é só EXPERIÊNCIA MÍSTICA RELIGIOSA de quem viu algum ODNI - objeto divino não identificado... ou IDOLATRIA, que é aquela imagem de Deus construída por mentes e mãos com técnicas habilidosas. E isso acontece entre os católicos, entre os evangélicos, entre os espíritas, entre os budistas e todos os outros! E especialmente entre os teólogos dessas religiões que são quem mais constróem "imagens" de Deus pra consumo filosófico, comercial ou religioso.

Portanto o "ter e guardar seus mandamentos" não é uma condição para provar o privilégio de ser amado e ver a manifestação. Não!

É como se fosse um portal espiritual onde se conhece a verdade não de “ouvir e falar”.

A experiência de viver o mandamento nos ilumina os olhos! Como disse o salmista no salmo que eu citei anteriormente.

“Dá sabedoria aos símplices".

É desejável, bom, perfeito e agradável.

Essa talvez seja a motivação de Paulo ao escrever aos Romanos dizendo:

“Rogo-vos, pois irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis os vossos corpos como sacrifício vivo, santo e agradável a Deus - que é o culto da vossa mentalidade.

E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, perfeita e agradável vontade de Deus".

Só conhece a Deus e sua Palavra quem a pratica de modo simples e sincero.

Mas tem que ser verdadeiramente "Palavra de Jesus".

Fora aos genéricos e misturados!

Quem aceita esse desafio o amará e muito. Com amor Eterno, cheio de ações de Graças Eternas. Pois compreenderá a essência da vontade de Deus, revelada em Cristo.

Por outro lado, os homens verão isto, e glorificarão ao nome do Senhor, sem que uma igreja besta, bélica, arrogante, dona da verdade, tapada e maligna tenha que fazer cruzadas evangelísticas propagandistas e marketeiras em nome dEle.

“Seja Deus gracioso para conosco, e nos abençoe,
E faça resplandecer sobre nós qual é o seu rosto,
Para que se conheça na terra, o teu caminho e a tua salvação.
Louvem-te os povos ó Deus, louvem-te os povos todos!
Alegrem-se e exultem as gentes!”

Que o Evangelho seja pregado a toda criatura! Sim, que a terra se encha do conhecimento do Senhor, assim como as águas cobrem o mar!
Quem tem ouvidos para ouvir, ouça, e entenda estas coisas.

Ao cordeiro de Deus e nosso Bom Pastor, toda honra, glória e amor.

Amém.

Em Cristo, que ao ser perguntado como ele sabia aquelas “letras” sem ter estudado, respondeu: O meu ensino não é meu, mas dAquele que me enviou. “QUEM QUISER FAZER A VONTADE DELE, CONHECERÁ A RESPEITO DA DOUTRINA, se ela é de Deus ou se falo por mim mesmo”.

Por Marcello Cunha
http://marcello.cunha.sites.uol.com.br/index.html

Defina Deus!


Faz muito tempo, numa sala de aula de um seminário o professor me disse:

- Defina Deus!

Deus não pode ser definido.

Isso porque definir, é explicar o significado, é demarcar a extensão ou os limites de alguma coisa.

E não dá pra por um limite ou “empacotar” Deus, embora a maioria hoje está fazendo. Sim os loucos e os que nada entenderam acerca da graça de Deus adoram faze-lo.

Deus não pode ser definido, mas pode ser percebido.


Outro dia escrevi aqui sobre como percebi Deus num parque.

Não adianta, inevitavelmente tenho percebido cada vez mais Ele nas coisas e situações de total simplicidade.

Nos evangelhos ele come peixe com os discípulos e faz analogias como: Aves do céu, lírios dos campos, árvores.

Ele assenta-se na grama para ensinar, é acessível às crianças e faz do barquinho de Pedro seu “palco”.

Bom, um dia Ele vem e senta na beira de um poço onde a samaritana o encontrou.

Onde ela poderia encontrar com Deus? No templo? No monte Gerizim (como faziam os samaritanos), entre um acalorado debate teológico num frio ambiente acadêmico?

Não passam de pacotes que tentam defini-lo!

Ela o encontrou num lugar comum, do dia-a dia.
Encontrou água da vida, água que matou sua sede.

Tenho percebido Ele no sorriso das minhas filhas, e no ambiente familiar, na música, nas pessoas simples nos encontros com os amigos e no ajuntamento sincero e despretensioso de quem o ama.

Não se trata de um deus paranóico e difícil de ser agradado, que é cultuado com ostentação da religião que é cheia de disputas e vaidades.

Que bom que não preciso ser perfeito, nem ser menos eu, pra que Ele seja o que sempre foi e é pra mim!

Ele continua sendo como é, mesmo eu sendo como sou.

É Deus Emanuel.
Deus conosco.

Por Daniel
http://mentelivre3.blogspot.com/

Agosto 29, 2009

Dez coisas tão simples quanto essenciais à vida!

DEZ COISAS TÃO SIMPLES QUANTO ESSENCIAIS À VIDA!




1. Nunca descreia do poder do amor, ainda que você demore muito a ver os resultados;

2. Não tema pedir em oração, pois o Pai tem prazer em nos ouvir pedindo em fé confiante; mas lembre que Deus não está preso à oração, posto que somente nos atenda naquilo que Ele, como Pai, não julgue que nos fará mal;

3. Leia as Escrituras, especialmente a parte chamada de Novo Testamento; pois toda pessoa que, tendo tal chance, não a use, demonstra que não deseja mesmo conhecer a Deus; posto que seja pela leitura da Palavra que melhor se possa discernir a vontade de Deus;
4. Exercite-se na dadivosidade e na generosidade, pois por tais exercícios seu coração se manterá sóbrio em relação a dinheiro e poder;


5. Nunca fuja de uma necessidade humana que você possa ajudar a resolver... Seria como fugir de Jesus;

6. Fuja do pensamento malicioso. Seja sábio e sóbrio, mas não olhe com malicia, posto que o olhar malicioso corrompa todo o seu ser;

7. Cuidado com todas as raízes perversas... Sim, cuide de seu coração para que nele não cresçam as raízes da inveja, da amargura, da arrogância ou da auto-vitimização; pois essas são as piores raízes a serem deixadas vivas no chão do ser;

8. Nunca se sinta importante, pois tiraria toda a sua naturalidade de ser e viver...; além de que tal sentir é a ladeira para o abismo;

9. Nunca fuja de nenhuma verdade sobre você ou sobre quem você ame; pois, por tal evasão perde-se o discernimento e mergulha-se o ser no escafandro do auto-engano no fundo de um mar de rochas... Além disso, quem determina um auto-engano no pouco, esse será enganado no muito;

10. Ame a Deus e ao próximo; e não existirá lugar para ídolos em seu coração.



Estas são coisas simples e vitais... E aqueles que as seguem sempre são bem-sucedidos em tudo o que fazem; posto que seu fluxo de energia decorra da fonte do que é em Deus.



Nele,



Caio

7 de agosto de 2009

Lago Norte

Brasília

DF

Agosto 23, 2009

A historinha das nossas estórias...



A HISTORINHA DE NOSSAS Estórias...
Leia até ao final! Ou... seja um "crente": não leia e não goste!___________________________________________________________
Alguém fica querendo saber como é ser salvo.
Então lhe dizem que isto significa aceitar certas doutrinas, freqüentar um determinado lugar, e sustentar financeiramente os líderes do lugar e o lugar em si.
Além disso, se diz que se espera que a pessoa se comporte de uma certa forma; de tal modo que, se possível, mesmo sendo olhada a distancia, a pessoa já seja identificada como crente. Pois, diz-se que assim, tanto ela se protege dos ataques do mal, quanto também já chega mostrando a "espada", e mostrando que veio para pelejar.
Sem dúvida que parte importante da instrução é manter-se em constante estado de vigilância nervosa, sempre esperando um ataque súbito do Inimigo de Deus, um ser onipresente, quase onipotente, e malignamente semi-onisciente; sem falar que pode-se também ser perseguido por sermos diferentes, e por tentarmos fazer todos os outros se tornarem como nós.
E a perseguição pode vir de fora, dos mundos dos homens; ou do alto e do invisível: dos dominadores do mundo, os espíritos do mal. Mas nunca de dentro do ser.
Nesse processo, a pessoa começa meio aflita e muito grata por ter sido aceita, uma vez que ela própria aceitou. Depois ela passa a ficar muito angustiada com o pecado e o diabo. Então, surge o apavorado desejo de ficar forte e de ser alguém para Deus neste mundo. Uma pessoa importante de Deus na Terra.
Que belo objetivo, nem sempre com a melhor motivação! Neste ponto há algumas avenidas para escolher fazer residência: a Rua do Fanatismo, a Avenida da Lei, o Beco Faz de Conta Que é, e a Praça Sou Melhor Que Todo Mundo. Então o indivíduo tem que escolher. A maioria fica Fanaticamente na Lei, dizendo que é Melhor Que Todo Mundo, enquanto nenhum deles perde a boca do Beco Faz de Conta que é.
Então, conforme as preferências de cada um, e conforme o mover ou a necessidade, espera-se que a pessoa se dedique ao seu lugar, e que demonstre a verdade de sua fé pela conduta mais rigorosa. Sempre espelhando o modelo local de clonagem: o pastor, ou bispo, ou até apóstolo. Em outros lugares o modelo é alguém que fundou o grupo no passado.
O nome de Jesus abençoa isso tudo!
Na realidade o que se espera do homem, conforme a religião, é que ele seja melhor que todo mundo, conforme o critério de aferição da religião; e que seja um ativo participante no processo de impressionar até a Deus, mostrando que seu comportamento é melhor do que o de todos os homens, de qualquer lugar do planeta; e que nossa freqüência na casa de Deus, e nosso dinheiro entregue a Deus através de Seus Representantes Autorizados, bem demonstram o tamanho de nosso amor por Ele. Também se espera que ele, o crente, não importando em que avenida ele caminhe, seja, de qualquer modo, todos absolutamente iguais, e diferentes de todos os que são “diferentes”, os do mundo; e que também lute, com todas as forças, para que o seu grupo cresça, de tal modo que se possa obter poder de mudar a própria lei dos homens, de tal modo que todos sejam obrigados a se comportar como os crentes, pois somente eles se comportam segundo as leis de Deus.
Em muitos outros crentes, todavia, surge o desejo de recuperar o sentido de ser crente original. Então eles se dedicam a estudar como eram os crentes de antigamente, como viveram, como se comportaram, o que disseram sobre Deus, e o que devemos aprender com eles.
E, neste processo, dá-se algo muito interessante.
Quanto mais antiga for a opinião da pessoa venerada, mais autoridade ela terá. E, também, quanto mais o tal santo puder demonstrar pela lógica ou pelos resultados a sua crença, mais certa sua fé será.
Além disso, existem também aqueles poucos homens que tiveram papeis históricos importantes, e que, por essa razão, tudo o que disseram foi ficando cada vez mais divino, quanto mais velho e antigo foi se tornando. E como o crente, de modo estranhamente moral, está sempre se sentindo endividado com seu próprio passado, está sempre achando também que todo bem ficou em algum lugar no passado.
Crente é ensinado a ter medo de Deus, a venerar os homens bíblicos, a adorar a Jesus, a escolher o seu santo apóstolo, a cultuar a Bíblia, a se conformar com a igreja, a odiar o mundo, e a aceitar que os pregadores são sempre a boca de Deus.
Crente é aquele que é amado pelo seu bom comportamento num mundo que Deus odeia.
Crente é aquele que pensa que se não fosse por ele o mundo já teria há muito acabado.
Sim, crente crê que a igreja governaria muito bem o mundo, pois ele, o crente, é o melhor homem da terra, pelo menos é o único que sabe a verdade.
Crente crê que a verdade pode ser sabida. Acredita que ela cabe numa doutrina. E que é validada pela História dos Crentes.
Crente crê no Espírito Santo como sendo aquele que o arrepia na conversão, que pode ilumina-lo quando ele lê a Bíblia, e que sempre ilumina o pregador. E crê que na hora do culto, se todo mundo se concentrar e orar, o Espírito Santo atua. Se não se concentrar, Ele não atua. E, no mundo, Ele não faz nada, pois quem manda lá é o Diabo.
Assim, crente crê que o Espírito Santo depende dele para agir no mundo. Então, transforma o arrepio em mandato divino, e vai às ruas exortando o mundo, dizendo que se arrependa, e que se torne como o Crente.
Apesar disso, por um mecanismo completamente desconhecido, crente é também aquele que diz que a igreja governaria muito bem o mundo, enquanto, nela própria, o que reina é o desgoverno, o ódio, a inveja, a porfia, o disfarce, a intriga, o julgamento, a vaidade, as fogueiras de ego, o marketing, a auto-promoção, o testemunho como venda de superioridade espiritual, e, portanto, de ajuda financeira. Sem falar nas mais sórdidas manipulações, e nos interesses mais baixos, e nas intenções mais narcisistas que se possam conceber.
Mas como eu disse, por um mecanismo completamente desconhecido, o crente acredita que isso só acontece na igreja por causa do diabo, mas que, governando o mundo, sem explicar o por quê, os crentes seriam bem melhores.
Crente tem o dom de não se enxergar, enquanto diz que vê todo mundo, e sabe discernir tudo muito bem, é só ter uma oportunidade de mandar, e haver “outros” para obedecerem.
Crente diz amar a verdade, mas não a suporta. Por isto ele prefere uma boa imagem de crente do que a verdade. Por isto também ele pune a verdade quando confessada, e não considera verdade tudo aquilo que não for nem confessado e nem flagrado.
A verdade, para o crente, tem que ficar no lugar dela: presa na Bíblia.
Assim, com o processo de amadurecimento, o crente acaba virando um grande malandro vestido de bobo!
Enquanto isto, chocado, um grupo imenso assiste a si mesmo. Esses são os Lúcidos e Sensíveis.
O drama deles é o seguinte: eles não sabem como ser quem gostariam de ser, e, ainda assim, serem crentes. E por que?
É que para eles parece não haver modo possível de agradar a Deus e ser de Deus, se não for nos ambientes de uma das Concessionárias Autorizadas do divino na Terra. Eles odeiam isto, mas não conseguem se livrar.Então, eles ficam dizendo que estão cansados, que não agüentam mais, que tentaram tudo, que se esforçaram, que já não agüentam mais, que está insuportável, que é inconcebível, que é preciso fazer um Congresso, um Encontro, uma Conferência para debater o assunto, e, então, se escrever um Documento, um Protesto, uma Proposta, qualquer coisa, desde que se registre que eles não querem aquilo.
Então, para poderem atingir a todos os que precisam ser atingidos, eles convidam todos os Representantes Autorizados—carentes de ajuda, pois estão loucos!—; e, também, a fim de dar Legitimidade ao Evento, eles nomeiam alguns Representantes Autorizados para falar—os mais educados!—; pois crêem que assim estarão respeitando a História, enquanto, dignamente, constroem com as próprias mãos o presente.
Acabam aos beijos. Se abraçam. Voltam para casa. E tudo fica igual.
E, assim, eles se renovam em suas esperanças...E, assim, é o caminho dos crentes como discípulos...
Culpados seguem suas próprias culpas; aflitos pregam suas próprias aflições; gananciosos seguem suas próprias ambições; e, sem alma, seguem para salvar a alma do mundo.
Desta forma nos contaria a nossa história, de um modo resumido, um observador de “fora”. É assim que a igreja é vista.
No geral, é assim que ela é. Se eu não puder tirar a trave primeiro de meu olho, como poderei ajudar o meu irmão com seu pequeno cisco?
Hipócrita!
Tira primeiro a trave de teu olho; então poderás tirar o cisco do olho de teu irmão!—disse Aquele cujo nome é abusado, e cuja Verdade é insuportável.
Caio

Julho 21, 2009

Por que você crê?


Por que você crê?

Raramente é diferente. Afinal a regra é aceitar porque se aceita, mas sem bem saber a razão.
Sim, as pessoas se convertem na maioria das vezes porque se converteriam a qualquer coisa que as cercasse com força e poder, em qualquer lugar ou cultura.

Quase todos os crentes que eu conheço seriam o que fosse mais espetaculoso aqui ou em qualquer lugar ou cultura onde estivessem.

Seriam Budistas, Xintoístas, Taoistas, Zoroastristas, Mulçumanos, ou qualquer outra coisa, de acordo com a cultura ou a prevalência de poderes num choque de força com outra expressão religiosa, contra outra potestade.

A grande maioria se converte à promessa feita, não aos fatos existenciais da promessa.

Sim, convertem-se à promessa feita pelo homem que promete em nome de Deus...

Quem prometer mais e fizer mais demonstrações do prometido, esse é o que leva vantagem...

João Batista, aqui, hoje, seria totalmente não ouvido, nem no deserto e nem na cidade...

Afinal, se diz que João nunca fez nenhum milagre, embora tudo quanto ele tivesse dito acerca de Jesus fosse verdade plena.

Mas quem está interessado em verdade?
A verdade não importa. O que importa é a promessa ou a demonstração de poder, nem que seja o poder miraculoso da sugestão.

Somente um tempo depois é que algumas pessoas começam a se perguntar por que creram...

Em geral isso acontece quando decepcionada com o excesso de promessas ou com o escracho das incoerências, a pessoa vai cansando...

Aí ela conhece alguém que seja gente boa e, ao mesmo tempo, não faça parte do mesmo grupo religioso. Então, depois disso, a pessoa começa a se questionar... Quer saber se está do lado da verdade...

Assim a pessoa começa a se perguntar a razão de ter crido, se a Bíblia é fidedigna, se o Novo Testamento não é um exagero dos discípulos, se o que foi narrado é digno de confiança, ou mesmo se outras histórias de Jesus não foram suprimidas ou outros evangelhos não teriam sido arbitrariamente descartados...

Ora, quando a maioria chega aqui neste ponto já foi em razão de tanta decepção que a tendência da pessoa é privilegiar qualquer outra informação diferente daquela que originalmente a convenceu.
Então a pessoa que esteja nessa situação começa a ficar cínica!

Sim, qualquer coisa se torna importante como contradição às Escrituras, posto que a pessoa agora esteja tendente a descrer.

É nesta hora que vejo o processo recomeçar...

Cansadas de traumas e de mentiras muitas pessoas passam a tender crer naquilo que tem infinitamente menos respaldo histórico, mas que é diferente do que originalmente havia sido ensinado.

Comparando:
É como a pessoa que diz que tem problemas com o Novo Testamento, mas que não tem nenhum problema com o Alcorão, que é, na sua formação, um conta da carochinha quando comprado à gravidade dos Evangelhos.

Ora, quando eu cri em Jesus de fato cri porque cri.
Cri porque me senti tocado...
Cri porque meu pai cria e eu confiava nele...
Cri porque tinha visto sinais poderosos e cria neles...
Cri porque era o que havia de bom para se crer...
Cri porque aquele era o destino espiritual de minha família, de meu pai e minha mãe, eu queria para mim as mesmas coisas eternas...
Logo a seguir fui me maravilhando com a Bíblia. Depois com a sabedoria da Palavra. Depois com as experiências do poder de Deus na expulsão de demônios e na cura dos doentes...
Foi somente depois de um tempo que comecei a me perguntar realmente pela verdade...
Ora, isto aconteceu quando tive minha primeira decepção: ficara doente, e como orava com os doentes e eles ficavam curados, cria que quando ficasse doente eu mesmo ficaria curado.
Adoeci e não fui milagrosamente curado como acontecia com aqueles pelos quais orávamos.
Então comecei a me questionar...
Tinha 20 anos de idade e morava em Manaus.
Foi quando vi que por mais que eu fosse lógico e por mais que me calçasse do que pudesse ser base sólida para a minha crença, na realidade nada servia como base e fundamento, exceto a fé.
Sim, pois eu mesmo não andei com Jesus, não o vi morrer na Cruz, não testemunhei a Sua Ressurreição no domingo de manhã, não comi e bebi com Ele durante dos quarenta dias nos quais se manifestou aos discípulos depois de haver ressuscitado dos mortos, não o vi subir aos céus e nem tampouco vieram línguas de fogo sobre a minha cabeça quando recebi o Espírito Santo.

Na realidade eu vi que tinha que crer no testemunho de homens, de homens como eu, e, assim, teria que crer neles assim como desejo que as pessoas creiam no meu próprio testemunho; e como nunca pude me imaginar vivendo uma mentira tão radical quanto o Evangelho, não poderia imaginar que eles vivessem de outro modo; e, além disso, como cria em um homem como meu pai, que também jamais passaria a ninguém mensagens de Deus que não fossem de Deus — fui descansando em meus conflitos, embora tenha visto que somente seria salvo de meus conflitos pela fé e pela confiança, posto que todas as bases de apologia que me pudessem oferecer não resistiam as minhas mais simples indagações.
No fim a gente aprende que as lógicas da Bíblia somente servem aos que já crêem, e que sem fé nada na Bíblia se impõe por si mesmo, a menos que a pessoa ponha em prática antes.
Sim, toda razoabilidade supostamente bíblica é tolice como argumento que busque convencer quem não queira ser convencido, pois não há evidencias que esmaguem as lógicas humanas preconcebidas.
Na realidade tudo se inverteu...
Comecei pensando que cria por causa da Bíblia. Depois vi que cria apenas por causa de Jesus em mim...
Sim, vi que era o fato existencial de Jesus em mim que dava a mim mesmo a capacidade de crer no testemunho de homens como eu.
Em suma: era porque eu já conhecia Jesus em mim que eu podia crer no testemunho de Pedro, Paulo, Mateus e outros; pois, a partir de mim mesmo eu estava convencido de que eles tinham conhecido Aquele que eu conhecera também; e como não podia me imaginar brincando com tal realidade, não os concebia capazes de nada que não fosse também compromisso com a verdade.
Foi então que entrei de cabeça [entre os meus 20 e trinta anos de idade] em todos os aspectos do meu conflito intelectual em relação às bases de minha fé.
Entrei de cabeça apenas para verificar que eu tinha que ser meu próprio Pedro e meu próprio Paulo na experiência.
Sim, descobri que era a minha seriedade com o Evangelho que dava firmeza à minha fé na avaliação que eu fazia do testemunho dos 1ºs testemunhantes.
Percebi que eles são sérios quando a gente é séria, e que eles suscitam dúvidas em quem é capaz de brincadeiras e manipulações.
Ou seja:
A fé na Bíblia ou no Novo Testamento como texto de testemunho veraz acerca de Deus e de Jesus [...] somente encontra sua base de confiança na boa intenção de quem diz crer em Jesus.
Se sou desconfiado porque não me faço confiar ou porque já tenha sido muito enganado..., a minha tendência á andar sempre com um pé atrás, sem me entregar jamais por completo.
Então, nesse caso, se eu fosse assim, me tornaria um professor de Bíblia, buscando entender os melhores textos, e fazendo todo o possível para jamais ser enganado, e, por isto, tornando-me “aberto” o suficiente para analisar todo texto apócrifo sobre os evangelhos com o mesmo peso de respeito que dou a Marcos ou a Lucas.
Na realidade chega a hora em que pessoa tem que saber que crê porque creu, e que creu porque recebeu um testemunho interior, e que tal testemunho interior é verdadeiro não por causa do texto, mas em razão de que sua verdade é vida.
Desse modo, se o Novo Testamento contém a informação do Evangelho, de outro lado ele não tem nenhum poder interior em mim a menos que eu, crendo, me largue e me entregue à priori, do contrario, serei sempre apenas um catador de verdade ou de piolhos de inverdade na Bíblia.
Assim, meu encontro com Jesus pode não ter começado como o de Pedro ou Paulo, porém, creia, ele somente se mantém se eu me assumir com a mesma consciência e responsabilidade com Deus expressa por gente como Pedro e Paulo.
O Livro [Bíblia], o texto, o testemunho humano, a pregação, etc. — tudo tem seu lugar e importância no inicio de tudo, mas, depois de um tempo, ou você conhece Jesus ou, então, saiba: os argumentos das crenças já não ajudarão você em nada!
Depois de um tempo, no entanto, já não é mais por nada, muito menos pela Bíblia que você crê em Jesus, pois, se Ele está vivo [como disse que estaria e eu testemunho que está], então, a Bíblia serve de catapulta histórica e concreta para a informação fundamental, mas não é ela mesma, a Bíblia, o agente essencial, que é o Espírito ativando a Palavra; e isto é infinitamente maior do que a Bíblia, posto que seja a Presença viva de Jesus em você, tornando cada um de nós gente que um dia conheceu de ouvir e de ler, mas que agora pode dizer: “Os meus olhos Ti vêem”.

Nele, com Quem vivo todos os dias e todas as noites,

Caio
14 de julho de 2009
Lago Norte
Brasília
DF

Julho 12, 2009

JESUS É AMOR!

Maio 03, 2009

A diferença entre a religiosidade e a Graça


Por Evanderson Barboza

Na religiosidade busca-se controlar as minúcias do ser, dando respostas “concretas”, com métodos para tudo: casamento, noivado, namoro, profissão e tudo mais quanto se possa pensar.
Na Graça sabe-se que é na consciência do indivíduo que todas as coisas se processam não vindo de outrem as respostas. Assim cada um é livre para dar seu próprios passos no Caminho.
Na religiosidade sempre há um líder todo-poderoso disposto a ser o ditador das normas acima expostas, uma espécie de "Controladores da União Celestial". No geral suas palavras sempre são palavras do Deus a quem dizem servir. Desta forma sua fala é sempre a última palavra em qualquer coisa posto que ele sempre será o representante dos outros diante de Deus.
Na Graça Ele, Jesus, é o Sumo-Pastor das almas. E o jugo dEle é suave e seu fardo é leve.
Na religiosidade há sempre uma tentativa de tomar o mundo já que é responsabilidade da religião prover o planeta com a limpeza que seus dogmas propõem. Assim, quem ainda não teve a felicidade de conhecer suas doutrinas, precisa fazê-lo urgentemente a fim de que possa ser feliz.
Na Graça sabe-se e crê-se para a vida em tudo posto que nEle foram feitas todas as coisas e todas as coisas – sem exceção – estão nEle.
Na religiosidade seus deuseus (ou Deus) sempre são iracundos. Sempre estão numa eterna TPM, bravos e chateados. Por isso, precisam ser agradados com dádivas de louvor e sacrifícios mortos. Esse deuses são justiça.
Na Graça Deus é Amor e toda sua justiça é Cristo e esta, a justiça, foi totalmente cumprida nEle.
Na religiosidade sempre há tempo e espaço delimitados para ação de seu Deus. Há hora e lugar certificados para que Ele aja. Mesmo que se diga crer que Ele é Senhor do tempo e do espaço, ainda assim Ele age mais “fortemente” no ajuntamento de seus fiéis devotos visto que, quanto mais forte se faz a oração (ou reza ou invocação) mais depressa e com mais vigor Ele se representa.
Na Graça sabe-se que Ele é Soberano para fazer e desfazer, para dizer Sim ou Não e para simplesmente silenciar quando bem lhe aprouver, inclusive nos templos mais carismáticos que existem por aí. Sua ação estende-se no tempo e espaço não ficando limitada a religiões ou ajuntamentos quaisquer.
Na religiosidade há muita vontade de fazê-lo (o seu Deus) ser acreditado, portanto é precisar provar sua existência e sua eficácia. Assim dá-se respostas ao que não tem jeito, criam-se sistemas para o intangível, apresentam-se soluções para caos e, por fim, limites para o infinito. Assim cria-se um deus fruto da razão pronto a ser acreditado.
Mas na Graça o que há é a fé de quem não sabe.
Na religiosidade há sempre um código de crédito e débito: bênçãos e maldições, paraíso e inferno, bem e mal, mundo e nós, os salvos (ou seja lá o nome que se dê).
Na Graça apenas descansa-se no Amor sabendo que o maior ganho é ser dEle e nEle, não havendo uma guerra a ser ganha ou perdida.
Na religiosidade há sempre um inimigo poderoso a ser vencido seja ele abstrato ou concreto. Há sempre uma guerra, uma batalha a ser ganha e um espírito de luta constante. E esses inimigos (ou Inimigo) sempre são fortes e presentes.
Na Graça a Vitória é um Bem que não precisa ser alcançado, posto que já É, uma Paz que excede todo entendimento e sabedoria.
Na religiosidade há sempre um medo de tudo aquilo que esteja fora de seus portões: poesia, música, shows, livros, festas “pagãs”, danças, profissões, casamentos, namoros, sexualidade e mais, muito mais.
Na Graça tudo é e nada é.
Na religiosidade há sempre alguns mais iluminados que outros, maiores e menores, quem manda e quem obedece, quem sabe e quem não sabe, quem aprendeu e quem nasceu sabendo, fortes e fracos, sábios e burros, pecadores e curados, fariseus e prostitutas.
Na Graça todos estão de-Graça. Assim como no corpo humano, não há validade para quaisquer separação.
Na religiosidade o prazer e o lazer são vistos como um mal: futebol é para os menores e sexo não é assunto.
Na Graça tudo tem Graça.
Na religiosidade os relacionamentos são pautados pela pensamento igual e forma-tado. Assim, quando o pensamento é diferente, quando a crença tem outros sabores e o olhar outras cores a porca torce o rabo.
Na Graça a amizade transcede a crença e o pensar pois o Amor não tem fronteiras nem porteiras.
Na religiosidade a devoção possui regras, formas, momentos próprios e locais devidos. Aqui é como se o divino precisasse de um protocolo para poder comunicar-se com seus devotos.
Na Graça cada esquina é um altar, cada respirar é transformado em oração, cada leitura - ainda que "apócrifa" - faz bem a alma e cada som, mesmo que seja o silêncio do nascer do sol ou o intenso som da mata densa faz-nos enxergar e se entregar a Seu Amor. Porque aqui "também" cumpre-se a máxima de que todas as coisas foram feitas nEle e por Ele.
Na religiosidade há um sentimento de necessário em tudo que se faz. É como se o mundo só fosse mundo porque eles existem e acreditam no que acreditam. Sem suas presenças o mundo já teria sido consumido.
Na Graça, apesar da importância de cada e todo ser humano não há sintoma de messianismo algum mas apenas a pacificação de quem sabe-se um caminhante no mundo, posto que este caminhante tem a consciência que o maior bem que possa ter sido feito foi feito nele e não para um outro alguém. Dessa forma não há um sentimento de imprescindibilidade. Nada é imprescindível depois da cruz mais tudo possui importância e beleza própria. Como a beleza inatingível do arco-íris. Assim como esse texto.

Encontro de Sábado - 02/05/2009







Ontem nos encontramos mais uma vez,com nossos amigos para refletirmos sobre o EVANGELHO de JESUS.
Foram momentos de muita alegria, suavidade e adoração. Estavam entre nós a MARINA, a JANETE e o FELIPE, o mano PAULO com a NILZA e a dona QUILZA que nos abençoaram muito com suas presenças e carinho e os demais que já caminham conosco.
Iniciamos com uma oração e logo após o mano SERGIO nos brindou com várias músicas bem selecionadas e com muito conteúdo, que acariciaram nosso coração para logo após a CLAU iniciar com a reflexão sobre um Salmo com o tema: "O amor de DEUS nunca se esvai pois ele é divino". Foram momentos maravilhosos, onde aprendemos e reconhecemos que toda e qualquer separação existe somente por uma criação humana e nunca estara nos planos de DEUS lançar quem quer que seja no inferno, pois ele foi criado para fins especificos (o diabo e seus anjos). A vida aqui neste mundo ja é muito carregada de dificuldades, opressões, oposições e todo tipo de fatores humanos que só tentam diminuir o que realmente DEUS é e sempre será em nosso vida. Por isso o EVANGELHO de JESUS nos traz a segurança e o discernimento de quem é DEUS em nós e o que somos NELE e para ELE.
Voce é nosso convidado para o próximo encontro.
Tenha uma ótima semana, e que DEUS seja sempre o chão que, dia a dia, com passadas seguras e tranquilas, nos leve para os braços do PAI...
Forte beijo e grande abraço
Mano Célio - Estação do Caminho da Graça Itanhaém





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